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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Livros do 15ª Salão da FNILJ - junho 2013 - Luis Eduardo Matta




15ª Salão da FNILJ - 2013


 Luis Eduardo Matta






Nascido em 1974 no Rio de Janeiro, Luis Eduardo Matta tinha apenas 18 anos quando publicou seu primeiro livro, o thriller policial Conexão Beirute-Teeran. Mas foi só em 2007 que estreou na literatura juvenil, com a publicação de Morte no colégio pela Editora Ática. Interessado em história, política internacional, literatura e artes, entre outros temas, ele tem uma curiosidade enorme para desbravar outros mundos e conhecer outras culturas. Luis descende de imigrantes libaneses pelo lado paterno e tem grande interesse pela cultura árabe em geral, tanto que muitos de seus livros são ambientados também no Oriente Médio. Além da criatividade necessária para garantir o interesse do leitor, Luis se dedica a muita pesquisa para tornar factíveis as situações de seus livros. São verdadeiras viagens pelo mundo e uma das partes mais estimulantes do trabalho, garante o autor. Quando não está escrevendo em seu escritório na capital carioca, está passeando pela cidade — mas sempre com a cabeça nas tramas frenéticas de suas histórias. Para ele, os livros de suspense, mistério, aventura e espionagem são uma boa maneira de atrair a atenção de jovens leitores. Foram esses livros que o estimularam a se tornar um leitor voraz e eclético desde os 10 anos de idade. Além dos romances adultos e das novelas infanto juvenis, Luis também escreve antigos e ensaios em defesa do que chama de literatura popular brasileira e da promoção da leitura no país.


                                                                                    INFORMAÇÕES RETIRADAS DO SITE DA EDITORA ÁTICA





O DIÁRIO PERDIDO DE PERNAMBUCO
Autor: Luis Eduardo Matta
Editora: Atica
Parte da coleção Os Caça-Mistérios

É Carnaval. Júlia, André, Rachid e Dona Olga resolvem aproveitar o calor e curtir as festas de Olinda, em Pernambuco, na casa da amiga Almerinda. Mas, para essa turma que atrai aventuras, tudo estava calmo demais — mesmo em meio ao agitado som do frevo nas ruas da cidade.
Mais uma vez eles se veem imersos numa história improvável: Almerinda é subitamente ameaçada por alguém numa sinistra fantasia de bruxa. O medo toma conta da turma, pois nessa temporada, o criminoso pode estar disfarçado em qualquer lugar. Eles decidem então proteger a anfitriã e começam a investigar a relação desse incidente com o sumiço de um frei e de um misterioso diário.
Numa corrida contra o tempo pelas ruas de Olinda e Recife, os quatro vão descobrir que o crime é parte de um plano maior, que eles jamais poderiam imaginar.
Por meio de enigmas, o jovem leitor é convidado a tomar seu lugar nessa investigação e ajudar a resolver o mistério que envolve toda a trama.


http://stg2.novoser.com.br/Imagens%20Abril/obra/capa/9788508120499.jpgO RUBI DO PLANALTO CENTRAL
Autor: Luis Eduardo Matta
Editora: Atica
Parte da coleção Os Caça-Mistérios

Dona Olga e as crianças Júlia, André e Rachid vão viver mais uma aventura eletrizante. Depois de desvendar o roubo da moeda no Paço Imperial, Rio de Janeiro, a turma de detetives vai agir em pleno Planalto Central, na cidade de Brasília: o valioso rubi de um marajá indiano acaba de sumir. Além de passear pela capital do Brasil, admirar as obras de Oscar Niemeyer e conhecer o clima, a vegetação - e o belo céu - do Planalto Central, os Caça- Mistérios terão que ser rápidos e agir antes que esse roubo se torne um problema diplomático. (INFORMAÇÕES RETIRADAS SITE DA LIVRARIA SARAIVA)



http://stg2.novoser.com.br/Imagens%20Abril/obra/capa/9788508114870.jpg

ROUBO NO PAÇO IMPERIAL
Autor: Luis Eduardo Matta
Editora: Atica
Parte da coleção Os Caça-Mistérios

D. Olga, dois netos e um amigo das crianças vão a uma exposição numismática. Enquanto estão lá, a valiosa “Peça da coroação”, moeda de ouro comemorativa da coroação de D. Pedro I, é roubada. Inconformada com o roubo e com a recusa do proprietário em acionar a polícia, a ex-agente da Interpol Olga resolve colocar suas habilidades profissionais em ação novamente, auxiliada pelos garotos. (INFORMAÇÕES RETIRADAS SITE DA LIVRARIA SARAIVA)







A BIBLIOTECA TAMBÉM POSSUI  O LIVRO  IRA IMPLACÁVEL DO MESMO AUTOR.





Livros do 15ª Salão da FNILJ - junho 2013 - Lúcia Fidalgo


15ª Salão da FNILJ - 2013


 Lúcia Fidalgo




Lucia Fidalgo é escritora, contadora de histórias do Grupo Morandubetá, bibliotecária, mestre em educação pela universidade federal fluminense, já foi pesquisadora do ALEPH-UFF, e é professora.
Carioca, nasceu no Rio de Janeiro em 1965.
Começou seu trabalho com a Literatura Infantil em 1989, na Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil-FNLIJ.
Como autora, ganhou o prêmio de autora revelação pela FNLIJ, com o livro Menino Bom.
Também trabalha com oficinas cursos e palestras por todo o Brasil. Atua também como especialista de alguns projetos entre eles o Leia Brasil, projetos de Leitura do SESC-RJ e outros.
Já foi professora da Universidade Santa Úrsula, e da Universidade Federal Fluminense, no Departamento de Ciência da Informação, integra o Conselho Editorial da Revista Aprendizagem, da Editora Melo, e prestou assessoria na Editora Zeus - Lucerna, junto aos livros infanto-juvenis em 2007, e criou a coleção "HISTÓRIAS DAS TERRAS DAQUI E DE LÁ". Atualmente é pesquisadora da Cátedra Unesco de Leitura-PUC-RJ.
Foi consultora da UNESCO no Projeto de Memória da Escola no REMEC - PALÁCIO GUSTAVO CAPANEMA, de setembro de 2010 a março de 2011.


I
nformações retiradas do site www.luciafidalgo.com





CANTAR ERA SEU SONHO


Autor:  Lúcia Fidalgo
Ilustrador: Robson Araújo
Editora: Paulus
Assunto: Clementina de Jesus, Religiosidade
Coleção: Brasileirinhos

A autora, Lúcia Fidalgo, apresenta às crianças a vida de Clementina de Jesus, ícone da nossa música. O livro conta sobre seu casamento, sobre o nascimento da sua filha, seu trabalho como doméstica, além da dificuldade de conseguir realizar seu grande sonho, que era poder se dedicar à música. Nascida em Valença, Rio de Janeiro, ela conheceu a música ainda pequenina, quando a mãe entoava cantigas de ninar para fazê-la dormir. Um pouco mais crescida, cantava e dedilhava a viola do pai... trazia na cor de sua pele a magia e o ritmo da África, transformando-se, mais tarde, num elo entre a cultura brasileira e a africana. 





Chiquinha Gonzaga
CHIQUINHA GONZAGA E A MELODIA DAS PALAVRAS

Autor: Lúcia Fidalgo
Ilustrador: Fabiana Salomão
Editora: Paulus
Assunto: Chiquinha Gonzaga
Coleção: Brasileirinhos

Neste livro, a vida de Chiquinha Gonzaga é apresentada desde a infância, mostrando elementos que contribuíram para que fosse o que foi. A intenção não é apresentar modelos a serem seguidos, pois ninguém repete ninguém, e cada um segue o seu caminho, mas apresentar inspirações.








Cora, coração Coralina
CORA, CORAÇÃO CORALINA

Autor: Lúcia Fidalgo
Ilustrador: Fabiana Salomão
Editora: Paulus
Assunto: Cora Coralina
Coleção: Brasileirinhos

“Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores.” Melhor definição não há para falar de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, conhecida na literatura brasileira como Cora Coralina. Goiana, aos catorze anos começou a escrever seus primeiros textos e publicá-los nos jornais de sua cidade. Exerceu também a profissão de doceira, polvilhando em seus versos palavras doces, tocantes, que emocionam e fazem pensar. E foi aos 75 anos que ela escreveu seu primeiro livro. Para ela, o que valia na vida não era o ponto de partida, e sim a caminhada. 




INFORMAÇÕES RETIRADAS DO SITE DA EDITORA PAULUS.



OUTROS TÍTULOS DA AUTORA EXISTENTES NA BIBLIOTECA:


Chico, homem da floresta
Falando em versos
Pedro menino navegador
Sabendo ler o mundo










terça-feira, 18 de junho de 2013

Sugestões de Livros


15ª Salão da FNILJ - 2013


Sylvia Orthof





Sylvia Orthof nasceu no Rio de Janeiro, em setembro de 1932 Era filha única de pais austríacos. Além de sua mãe, Sylvia teve a professora Rosalina como contadora de histórias.Aos 15 anos, depois de assistir a uma peça de teatro – Hamlet viaja a Paris para estudar teatro onde permaneceu por dois anos e fez os cursos de mímica, desenhos, pintura e arte dramática Voltando, foi trabalhar no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) no qual contracenou com grandes nomes e realizou alguns trabalhos na tv Record. Sylvia casou-se em 1956, com Sávio com quem teve os filhos: Cláudia, Ge e Pedro. Em1973, viúva e vivendo no Rio casa-se com o arquiteto Tato Gostkorzewicz que se tornaria ilustrador de muito de seus livros. Em 1975, abriu no Rio o Grupo Casa de Ensaios de Sylvia Orthof , só para espetáculos infantis. Em 1981, teve o seu primeiro livro publicado: Mudanças no galinheiro mudam as coisas por inteiro. Em1983 recebeu o prêmio Jabuti de Literatura Infantl A Vaca Mimosa e a Mosca Zenilda. E não parou mais. De lá para cá foram mais de cem livros infantojuvenis que continuam encantando sucessivas gerações. Afinal, histórias sobre liberdade, justiça, afeto e solidariedade quando contadas com bom humor como o de Sylvia não envelhecem. No dia 24 de julho de 1997 o mundo e a literatura infantojuvenil ficaram mais pobres. Morre Sylvia Orthof, aos 64 anos.


O BAILE DO FIM DO MUNDO E OUTRAS HISTÓRIAS
Autor: Sylvia Orthof
Ilustrador: Marilia Pirillo
Editora: Rovelle
Tema: Os sete pecados capitais

Neste livro, a autora conta os sete pecados em narrativas irreverentes e bem humoradas. São os pecados capitais do ponto de vista orthofiano. Por isso, aqui eles têm uma abordagem muito pouco ortodoxa, mas divinamente literária. Não ler os contos “O baile do fim do mundo” (luxúria), “Preguicite aguda” (preguiça), “Um tanto quanto...” (orgulho), “O doce pecado” (gula), “Nem toda ira é Justa” (ira), “Unha de fome” (avareza) e “Seca pimenteira” é mesmo cometer o oitavo pecado: não se permitir o prazer desta leitura.





O LIVRO QUE NINGUÉM VAI LER
Autor: Sylvia Orthof
Editora: Rovelle
Tema: Produção textual; narrativa; livro; tecnologia; computadores; adolescência; amor e amizade; relações sociais; livro; família.

Nesta história com jeito de diário, uma adolescente que sonha ser escritora, começa a escrever sua obra-prima em seu novíssimo computador. No entanto, em um descuido, ela derrama um popular refrigerante no teclado, e uma coisa incrível acontece: o computador “dá pau” e depois assume o controle sobre a criação da jovem. Aos poucos, o projeto gráfico e as ilustrações feitas no computador começam a dialogar com o texto em perfeita sintonia.




                                          INFORMAÇÕES RETIRADAS DO SITE DA EDITORA ROVELLE


OUTROS TÍTULOS DA AUTORA EXISTENTES NESTA BIBLIOTECA

A família eco-eco
A fofa fofura e o sol solteiro
A onça de Vitalino
A velhota cambalhota
A viagem de um barquinho
As aventuras da família repinica em busca do tesouro
As visitas de dona Zefa
Bóia, bóia, lambisgóia
Choque no roque
Currupaco, paco, e tal, quero ir pra Portugal!
Eu sou mais eu
Fada cisco quase nada
Fada fofa e os sete anjinhos
Fada fofa em Paris
Fraca Fracola, galinha d'angola
Galo, galo, não me calo
História de arrepiar o cabelo
Histórias curtas e birutas
Mais-que-perfeita adolescente
Manual de boas maneiras das fadas
Maria-vai-com-as-outras
Mudanças no galinheiro, mudam as coisas por inteiro
Mula sem cabeça e outras histórias
No fundo do fundo-fundo lá vai o tatu Raimundo
O anjo de Aleijadinho
O cavalo transparente
Papos de anjo
Que raio de história!
Rabiscos ou rabanetes
Se a memória não me falha
Se as coisas fossem mães
Se faísca, ofusca (com a história Ora bolhas!)
Sonhando Santos Dumont
Tia Anacleta e sua dieta
Tia Carlota tricota tricota
Tia Januária é veterinária
Tia Libória contando história
Trem de pai...uai!
Uma estória de telhados
Vovó viaja e não sai de casa?
Vovô Bastião vai comendo feijão!
Zoiúdo, o monstrinho que bebia colírio

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Sugestões de Livros


 15ª Salão da FNILJ - 2013

 Thalita Rebouças






Thalita Rebouças é carioca e sempre sonhou em ser escritora. Jornalista de formação, acabou optando por abandonar as redações e se dedicar à literatura. A autora é um fenômeno com 14 livros publicados e mais de um 1,3 milhão de livros vendidos.








ADULTOS SEM FILTRO E OUTRAS CRÔNICAS

Autor: Thalita Rebouças
Editora: Rocco


Sucesso entre os adolescentes com os livros da série Fala Sério, Thalita Rebouças parte para divertir pessoas de todas as idades com o lançamento Adultos sem filtro - & outras crônicas. A obra reúne 42 crônicas publicadas pela autora em blogs como o do site da revista Veja Rio, e fala de assuntos do cotidiano com um toque bem-humorado. Família, amor, a carreira de escritora e até o simples ato de pegar um táxi rendem histórias curtas e deliciosas, que deixam os leitores querendo mais, mesmo depois de chegarem à última página.
Organizado em dez capítulos, cada um reunindo entre três e cinco crônicas ligadas pelo mesmo tema, o livro não apenas diverte como permite conhecer um pouquinho do universo da autora. O marido, a avó, uma das melhores amigas e até a celulite de estimação transformam-se em personagens, dando a sensação de que o ato de ler virou uma conversa com uma pessoa bem próxima, que resolveu contar episódios de sua vida.
Em Linda e magra, capítulo que abre a coletânea, Thalita Rebouças fala da vaidade feminina e de autoestima, criticando o exagero e deixando claro que o importante é sentir-se bem. Hipocondríaca? Eu? revela o fascínio da autora por médicos, exames, bulas de remédio e tudo que envolve o mundo da medicina. Fofura em pessoa mostra de que forma Thalita lida com os mais de 150 e-mails diários que recebe em sua caixa postal e como ela age diante de situações curiosas que envolvem amigos e conhecidos.
Celebridades e subcelebridades, Ai, ai... Humanos... Fala sério, taxista! e Lisboa, querida Lisboa reúnem situações nas quais a escritora precisou lidar com pessoas que a surpreenderam com suas atitudes. Algumas foram inconvenientes, como as da crônica Adultos sem filtro, outras fascinantes, como os portugueses e sua lógica própria.Grande família e Eu te amo giram em torno das relações humanas e do amor, enquanto Eu, uma escritora trata de momentos marcantes da carreira de Thalita.
Ao mergulhar em Adultos sem filtro, os leitores percebem que inspiração é o que não falta no cotidiano da autora. Mais do que uma contadora de histórias, ela assume o papel de observadora atenta do dia a dia, capaz de extrair humor das situações mais simples e transformar o corriqueiro em interessante.


ERA UMA VEZ MINHA PRIMEIRA VEZ

Autor: Thalita Rebouças
Editora: Rocco

Coração acelerado, pernas bambas, arrepio na nuca e um friozinho na barriga. Medo? Sim. E também excitação, sonhos, dúvidas, inseguranças e todas as "noias" que as meninas sentem diante da tão esperada e, por que não, idealizada, primeira experiência sexual. São essas angústias e alegrias, contadas de forma leve e bem-humorada, que Thalita Rebouças apresenta em Era uma vez minha primeira vez, seu novo sucesso pelo selo Rocco Jovens Leitores. Com 12 títulos publicados, mais de 800 mil exemplares vendidos e filmes baseados em sua obra a caminho, a escritora que conquistou os adolescentes de todo o país e ganhou fama também na televisão, usa toda a sua sensibilidade e bom humor para falar de um tema que ainda gera muita ansiedade e polêmica entre as garotas. 
Na linguagem típica das adolescentes, a experiente autora no universo teen conta como seis amigas inseparáveis - Teresa, Clara, Tuca, Fernanda, Patty e Joana -, todas entre 15 e 19 anos, enfrentam o antes, o durante e o depois de um dos momentos mais importantes na vida das mulheres. Mas não espere um manual com dicas sobre sexo, virgindade, gravidez e temas afins. O livro reflete as emoções, os sentimentos, medos e anseios das personagens em diversas situações com as quais as leitoras de Thalita certamente irão se identificar.
Teresa, a pegadora do grupo, por exemplo, sempre jurou que nunca iria se apaixonar. Afinal, além de não acreditar no amor, ela pensava que abrir o coração era sinônimo de sofrer. Isso até reencontrar Gaspar. Amigo de infância chatinho que voltou de uma temporada nos Estados Unidos o maior gato, ele prova que a adolescente estava quase certa: não só conquista a menina como a faz chorar e se descabelar - e depois chorar e se descabelar ainda mais -, porque ele tem uma namorada gringa. Caída de amores, ela tenta de tudo para engatar o romance, driblar a dor de cotovelo e, quem sabe, aproveitar um pouco mais os deliciosos beijos de Gaspar.
Já a gordinha Clara se sente a menina mais amada do mundo porque Cabelo, seu namorado músico, não está nem aí para seus quilinhos a mais. Mas ainda assim, a insegurança bate firme quando ela pensa nos comentários maldosos por causa de seu corpo fora dos padrões e, afobada, põe em risco todo o encanto que esperava da primeira vez. A magrela Tuca também não consegue ficar confortável com a silhueta reta de modelo profissional e entra em pânico só de pensar em engravidar de primeira. E Nanda, que só vai à praia de maiô antiguinho com vergonha de uma mancha de nascença enorme no bumbum, se apavora ao imaginar o quanto o sexo com Vina, por quem está apaixonada, pode doer.
Enquanto algumas têm um papo franco com os pais sobre o assunto, como Teresa e Tuca, há quem, como Patty, jamais converse sobre o tema em casa. Patty, aliás, não usa a palavra vagina e sim “Jucileia”, tamanho o tabu em torno do assunto! Ela até passou um tempinho pensando ser assexuada, resolveu que casar virgem daria menos trabalho que não ser virgem e, lá no fundo, tem nojo de sexo. Até que um dia, quando ela menos espera...
E esperar, ah, esperar é o que Joana, a caçulinha do grupo, faz. Gatinha, surfista, boa amiga, excelente estudante, o que falta na vida dela é um namorado, um cobertor de orelha para chamar de seu. Isso, é claro, se seu pai, ciumento até dizer chega, não trucidar o coitado do garoto antes. E não é que surge um companheiro bacana, daqueles que não sai espalhando para todo o mundo o que faz ou o que deixa de fazer, bem do jeitinho que Joana queria?
Era uma vez minha primeira vez, vai além da primeira transa de cada uma das meninas. Com seu estilo franco e divertido, que entra na cabeça de cada personagem para revelar o que elas estão vivendo, Thalita Rebouças aborda tópicos como a amizade, a relação com os pais e a importância desmedida que os adolescentes dão à opinião alheia, em um livro que tem tudo para virar mais um best-seller entre o público jovem.

                                                                                                INFORMAÇÕES RETIRADAS DO SITE  DA EDITORA ROCCO.


OUTROS TÍTULOS DA AUTORA EXISTENTES NESTA BIBLIOTECA:

Fala sério, amiga!
Fala sério filha!
Fala sério, mãe!
Fala sério, pai!
Fala sério, professor!

Tudo por um pop star
Tudo por um namorado
Tudo por um feriado

Uma fada veio me visitar

Ela disse, ele disse

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Sugestões de Livros - Setembro/12

Como Desaparecer Completamente e Nunca Ser Encontrado
Autor (a): Sara Nickerson
Editora: Rocco

Margaret sabia que sua família era um pouco estranha. Não que ela fosse exatamente normal. Afinal, fez o relatório de ciências do sexto ano sobre uma alcatéia de chihuahuas assassinos. Mais estranho ainda era o fato de perceber que sua mãe não mais parecia disposta a falar sobre qualquer coisa, desde a morte do pai, há três anos. Margaret e a irmã mais nova, Sophie, foram, então, levadas por ela a uma velha mansão abandonada com uma placa de “à venda” no jardim. Mas quem podia ter morado ali? E por que tanto mistério em torno do assunto? Convencida de que a morte do pai, o silêncio da mãe e a mansão estavam de algum modo relacionados, voltou à sinistra casa sozinha, resolvida a desvendar o significado de algumas pistas que surgiram pelo caminho. E com a ajuda do vizinho Boyd, descobriu que a realidade pode ser mais estranha que a ficção.


O menino que não entendia o que lia
Autor(a): Lucia Winther
Editora: Cuca fresca

O livro aborda a forma delicada que a professora Vilma encontra para ajudar Evaldo, um aluno que não entendia o que lia. E, à medida que a professora o auxilia, um mundo novo surge diante dele. 






Chico Pena Azul
Autor(es):  Mauricio Veneza da Silva
Editora: Formato

Inspirado em contos populares, o conhecido autor Maurício Veneza cria um conto acumulativo no qual Chico vai correr o mundo para dar um jeito em sua vida. À medida que caminha, encontra pessoas necessitadas de ajuda e que, em troca, lhe dão algo (umbotão de madrepérola, um vidrinho de azeite, uma corda de viola...). Esses objetos, na estrutura circular dos contos acumulativos, vão sendo "trocados" a cada encontro. O desfecho é encaminhado quando Chico ajuda um pássaro azul que lhe dá uma pena que ele põe no chapéu. Isso atrai a princesa amiga do pássaro e Chico acaba se casando com ela e ficando rico.O texto é interessante, bem-escrito e de um gênero que sempre agrada aos pequenos leitores pelo caráter repetitivo-acumulativo de fatos e situações que "carregam" o enredo. Ilustrado pelo autor à moda dos antigos livros de histórias.



CLARA ROSA COMEÇA VIDA NOVA
Autor: Danziger, Paula
Editora: ROCCO

Será que Clara Rosa está pronta para a quarta série? Esta é a grande questão de Clara Rosa começa vida nova, de Paula Danziger, que está de volta com sua simpática personagem. Ela tem os cadernos, tem os lápis, as canetas, as borrachas, as roupas e os sapatos novos. Mas será que tem o que realmente precisa? O seu melhor amigo, Júlio? Clara está à procura de um novo amigo. Bruna parece uma escolha provável mas será que Bruna concorda? Será que Clara pode começar vida nova, e começá-la com um novo amigo?

   



quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Sugestões de leitura para mulheres


Os segredos das mulheres inteligentes

Steven Carter
Julia Sokol
Sextante


Neste livro, os autores apresentam os segredos das mulheres inteligentes e mostram como romper com padrões de comportamento que colocam as mulheres para baixo. Com dicas para as pessoas que têm alguma dificuldade de enxergar seu próprio valor, o livro ensina como adotar atitudes positivas para dar uma guinada na vida.







Por que os homens mentem e as mulheres choram?

Allan Pease
Barbara Pease
Sextante


Por que os homens mentem? Por que eles acham que têm de estar sempre com a razão? Por que evitam se comprometer? E as mulheres, por que choram para conseguir o que querem? Por que insistem num assunto até a morte? 
Com base em pesquisas e estudos científicos, os autores de Por que os Homens Fazem Sexo e as Mulheres Fazem Amor? - que vendeu mais de 6 milhões de exemplares ao redor do mundo - explicam o comportamento sempre imprevisível do "outro sexo". 
De forma clara e bem-humorada, eles respondem às nossas principais dúvidas e apresentam soluções práticas para tornar a convivência entre homens e mulheres mais prazerosa. 

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Novidades da Biblioteca - Agosto/12

OUTROSO - UM OUTRO MUNDO
ANA MARIA MACHADO
SALAMANDRA
LITERATURA JUVENIL

Construir um outro mundo, outro lugar, com outras regras do jogo. Ariadne, Batata Tomasini, Terê, Rosinha e Hugo queriam. E deram para este lugar o nome de 'Outroso'. 'Outroso' nasceu no verão, nas férias, numa dessas tardes de janeiro em que faz tanto calor que o tempo parece parar. Lá, cada um tinha a sua fantasia, era livre para viver suas emoções longe da violência e da opressão de um grupo que atormentava o bairro de Florida, chamado Patota. Tudo ia bem, até que a visita de um falso amigo acabou com a paz de Outroso, que foi invadido e quase destruído. E...




TROPICAL SOL DA LIBERDADE, O
ANA MARIA MACHADO
LITERATURA BRASILEIRA-ROMANCES

Um romance em que os importantes episódios que marcaram a juventude brasileira pós-64, dentre eles a luta armada, a tortura, a morte do estudante Édson Luís e a Passeata dos Cem Mil, são revistos por uma ótica feminina. 








TENDA DOS MILAGRES
JORGE AMADO
COMPANHIA DAS LETRAS
LITERATURA BRASILEIRA - ROMANCES

Na 'Tenda dos Milagres', na ladeira do Tabuão, em Salvador, onde o amigo Lídio Corró mantém uma modesta tipografia e pinta quadros de milagres de santos, o mulato Pedro Archanjo atua como uma espécie de intelectual orgânico do povo afro-descendente da Bahia. Autodidata, seus estudos sobre a herança cultural africana e sua defesa entusiástica da miscigenação abalam a ortodoxia acadêmica e causam indignação entre a elite branca e racista. A história é contada retrospectivamente, em dois tempos. Em 1968, a passagem por Salvador de um célebre etnólogo...






MELHORES POEMAS DE CECILIA MEIRELES
MARIA FERNANDA
GLOBAL EDITORA
LITERATURA BRASILEIRA - POESIA


O livro traz os melhores poemas de Cecília Meireles, apresentados pelas mãos de sua filha Maria Fernanda.







STEVE JOBS
A BIOGRAFIA
ISAACSON, WALTER
COMPANHIA DAS LETRAS

O livro, baseado em mais de quarenta entrevistas com Jobs ao longo de dois anos - e entrevistas com mais de cem familiares, amigos, colegas, adversários e concorrentes -, narra a vida atribulada do empresário extremamente inventivo e de personalidade forte e polêmica, cuja paixão pela perfeição e cuja energia indomável revolucionaram seis grandes indústrias: a computação pessoal, o cinema de animação, a música, a telefonia celular, a computação em tablet e a edição digital. Numa época em que as sociedades de todo o mundo tentam construir uma economia...





LIVRO DAS ILUSOES, O
AUSTER, PAUL
COMPANHIA DAS LETRAS
LITERATURA ESTRANGEIRA - ROMANCES

O comediante Hector Mann procura acertar contas com a própria história depois do assassinato de uma namorada - some de Hollywood, tenta várias vezes o suicídio e alimenta um amor platônico pela irmã caçula da namorada morta. Desnorteado, passa a freqüentar espetáculos de sexo explícito, até que acaba saindo como herói de um assalto em que é baleado e quase morre para salvar a vida de uma mulher. Essa história atribulada irá fascinar o professor universitário David Zimmer, que vive isolado do mundo desde que perdeu mulher e filhos num desastre aéreo....





LISTA DE SCHINDLER, A
A VERDADEIRA HISTÓRIA
PEMPER, MIETEK
LITERATURA ESTRANGEIRA

A verdadeira e mais completa história sobre A lista de Schindler, que salvou milhares da morte certa, contada por um sobrevivente e importante personagem deste drama, Mietek Pemper, que mesmo sendo judeu atuou como secretário de Amon Goth, o nazista que comandava o campo de concentração. Devido a sua importante atuação em toda a operação de salvamento ele foi consultor do filme a Lista de Schindler de Steven Spielberg.











sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Programação para o mês de agosto/12

 Neste mês em que se comemora o Dia do Folclore, a Biblioteca irá homenagear o estado de Pernambuco.



Sigla: PE

Capital: Recife

Região: Nordeste

População: 8 milhões de habitantes
Área: 101 mil Km2

Quem nasce no estado de Pernambuco é...

Pernambucano

Não pode faltar na mala

Roupas leves, protetor solar e câmera fotográfica, para registrar tudo. O sertão é atingido pela seca do clima semi-árido. No litoral costuma chover no verão.

O que vemos pelo caminho

Praias belíssimas. Mangue na planície litorânea. Floresta tropical. Muita seca e vegetações típicas da caatinga no sertão e agreste nordestino.

Não deixe de visitar

As belas praias de Porto de Galinhas, Boa Viagem e Tamandaré. A arquitetura colonial de Olinda. A capital Recife. Fernando de Noronha, os golfinhos e sua natureza mundialmente famosa.

Para se divertir

A festa junina de Caruaru, o carnaval de Olinda e Recife e o frevo que anima milhares de foliões. O mangue beat. A encenação de Paixão de Cristo em Nova Jerusalém.

O que fazem por lá

O turismo é importante fonte de renda. Plantam mandioca, feijão, cana-de-açúcar, milho, flores e frutas. O artesanato também contribui com a economia. Possuem rebanhos de bovinos e caprinos.

Fique por dentro

Você sabe quem foi Lampião? Foi o "Rei do Cangaço", ele e seus seguidores frente à miséria e desigualdades do sertão lutavam pela sobrevivência. Iam contra os ricos e poderosos, invadiam fazendas, roubavam e dividiam os lucros. Junto com Maria Bonita formou um casal lendário.



Mostra de Livros do escritor pernambucano Nelson Rodrigues
Homenagem ao centenário de nascimento

Nelson Falcão Rodrigues nasceu no Recife, em 23 de agosto de 1912, o quinto filho de uma família de catorze. Quando tinha três anos, seu pai, Mário Rodrigues, foi tentar a sorte no Rio de Janeiro, capital da República. O combinado era que tão logo encontrasse trabalho, chamava a família para ir a seu encontro. Maria Esther, sua esposa, não agüentou esperar. Em 1916, empenhou as jóias e mandou um telegrama para o marido, já avisando do embarque naquele mesmo dia. Nelson conta, nas "Memórias" publicadas no "Correio da Manhã", que se não fosse a atitude da mãe, o pai jamais teria permanecido no Rio.



Mostra de Livros do escritor pernambucano Gilberto Freyre

Sociólogo, antropólogo e escritor, Gilberto de Mello Freyre nasceu no Recife, Pernambuco, no dia 15 de março de 1900, na antiga Estrada dos Aflitos (atual Avenida Rosa e Silva), filho do professor e juiz de direito Alfredo Freyre e de Francisca de Mello Freyre.

Considerado um pioneiro da Sociologia no Brasil, foi um dos idealizadores do I Congresso Brasileiro de Regionalismo, do qual resultou a publicação Manifesto regionalista de 1926, contrário à Semana de Arte Moderna de 1922 e valorizando o regionalismo nordestino em confronto com as manifestações da "cultura européia".

Em 1933, publicou seu livro mais conhecido Casa-grande & senzala, que iria depois ser publicado por vários países como Argentina (1942); Estados Unidos (1946); França (1952); Portugal (1957); Alemanha e Itália (1965); Venezuela (1977); Hungria e Polônia (1985), entre outros.


Neste ano também comemoramos mais um centenário de um pernambucano

13/12/1912 - 02/08/1989

Maior responsável pela divulgação da música nordestina no resto do Brasil, Luiz Gonzaga nasceu na Fazenda Caiçara, em Exu (PE).Filho de um lavrador e sanfoneiro, desde criança se interessou pela sanfona de oito baixos do pai, a quem ajudava tocando zabumba e cantando em festas religiosas e forrós.

Saiu de casa em 1930 para servir o exército como voluntário. Viajou pelo Brasil como corneteiro, tendo baixa em 1939. Resolveu ficar no Rio de Janeiro, com uma sanfona recém-comprada. Passa então a se apresentar em ruas, bares e mangues, tocando boleros, valsas, canções, tangos.

Em 1943 apresenta-se vestido a caráter como nordestino, com bastante êxito. Seu maior sucesso, "Asa Branca" (com Humberto Teixeira), foi gravado em 1947 e regravado inúmeras vezes por diversos artistas até hoje. Trabalhou na Rádio Nacional e até cerca de 1954 teve seu auge de popularidade, um sucesso avassalador que lançou a moda do baião e do acordeom, além de obrigar todas as prensas de sua gravadora, a RCA, a trabalhar para atender aos pedidos de seus discos. Depois disso, com a ascensão da bossa nova, se afastou um pouco dos palcos dos grandes centros e passou a se apresentar em cidades do interior, onde sempre continuou extremamente popular.




Sugestões de leitura

Dadá, a mulher de Corisco, esbanjava coragem de homem sem nunca deixar de ser feminina. De menina assustada passou a mulher destemida, ao lado dos cangaceiros, em suas fugas intermináveis pela caatinga. Mesmo vivendo sob tiros e cheiro de pólvora, teve sete filhos e foi capaz de fazer moda, costurando os famosos bornais usados pelos cangaceiros. As texturas de quimonos e gravuras de Picasso mostram uma outra maneira de se contar, por meio de imagens, as histórias do Nordeste brasileiro.


A história desse cangaceiro dá origem a muitas lendas. Elas foram criadas no Nordeste e se espalharam para as demais regiões brasileiras. Em sua vida, Lampião não conheceu apenas o sofrimento e a violência. O amor compartilhado por ele e Maria Bonita foi arrebatador. Isso prova que alguns encontram um companheiro para sempre: seja na terra, no céu ou no inferno. 





Livro: LAMPIÃO NA CABEÇA
Autor: Luciana Sandroni


Com uma arma apontada para a cabeça, Helena tem que escrever a biografia de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião. Com o rei do cangaço, não tem brincadeira. Promessa é promessa. E deve ser cumprida a qualquer custo. Helena é a narradora deLampião na cabeça, primeiro livro de Luciana Sandroni pela Editora Rocco. Por meio da personagem, a premiada escritora de livros infantojuvenis recria a controversa trajetória de Lampião – do menino tranquilo ao temido cangaceiro que entrou para a história como um homem perigoso e violento – em um livro instigante, que conta ainda com belas ilustrações e projeto gráfico assinados por André Neves.
Em suas pesquisas, Helena descobre que Virgulino foi um menino esperto e inteligente. Terceiro de nove filhos, cresceu ouvindo as histórias dos cangaceiros famosos cantadas pelos artistas populares da época e brincando de “Polícia e cangaceiro”, o equivalente ao “Polícia e ladrão” da cidade. Desde os seis anos, ajudava o pai com os carneiros e as cabras na pequena fazenda da família, e na juventude se tornou muito habilidoso na arte do couro, além de ótimo vaqueiro, excelente dançarino de xaxado e tocador de sanfona de oito baixos. Mas por que então foi se meter no cangaço?
Virgulino virou Lampião para vingar a morte do pai, em 1921. As rixas entras as famílias eram muito comuns na época e a justiça era feira “aqui e agora”. Uma vingança puxa outra e... Virgulino nunca mais deixou de ser Lampião. Atuou no cangaço dos 19 aos 41 anos, tornando-se o bandido mais importante do século XX. Eternizou a imagem do cangaceiro – chapéu de couro com a aba virada para cima enfeitada com moedas de ouro, as cartucheiras se cruzando no peito – e até hoje é amado e odiado.
Se Lampião foi uma espécie de Robin-Hood do sertão ou apenas um cabra da peste egoísta e sanguinário que espalhava o medo e a opressão pelos povoados onde passava, até hoje há controvérsias. Mas que sua história é fascinante, quanto a isso não resta dúvida. É justamente essa história aberta a várias interpretações que Luciana Sandroni conta no arretado Lampião na cabeça. Com uma narrativa criativa, que mistura ficção e dados reais e reflete ainda sobre o papel do escritor, a autora mostra que toda história pode ser contada de várias maneiras. E é bom não se esquecer disso, senão o couro vai comer!



Alguns livros sobre Folclore que constam em nosso acervo




















terça-feira, 24 de julho de 2012

Novidades da Biblioteca (3) - Julho/12

Este livro traz uma história surpreendente. Goldstein sente a necessidade premente de colocar-se a prova, de enfrentar perigos encarando de frente o próprio medo, os limites do mundo, e especialmente, seus próprios limites. Ele se propôs a encontrar Deus nas situações mais desafiantes e assustadoras.
Trilhando a Rota da Seda na Ásia Central ou pernoitando numa prisão em Nova York, Goldstein relata, como às vezes é preciso uma viagem até os extremos, penetrando no território do risco e desconforto, para que possamos descobrir a nutrição espiritual.




Jovens cariocas de todos os tempos, de diferentes origens e culturas, se encontram nestas aventuras para contar a emocionante história do Rio de Janeiro. São cinco séculos nos quais se cruzam fatos reais e imaginados, personagens que existiram e inventados, numa narrativa envolvente que apresenta os mais importantes eventos dessa trajetória. A partir desse encontro entre realidade e fantasia, descobrimos a evolução da cidade, as mudanças de sua geografia, os hábitos de diversas épocas e, por fim, o que a cidade e seus moradores são hoje.



A maioria de nós está repleto de modelos sociais de felicidade. Todos queremos ser certos e adequados. E, assim, nos obrigamos a agir contra os impulsos de nossa verdadeira natureza. Pensando fazer o melhor, acabamos por nos conduzir ao vale do desajuste e da dor. Até que a audácia de uma alma forte e lúcida como a de Juliana nos mostre que o verdadeiro vencedor é aquele que tem a coragem de calar o mundo em si e caminhar pelas portas do coração.






John Lukacs, historiador eminente nativo de Budapeste, apresenta neste livro uma descrição rica e eloquente de uma das grandes cidades da Europa em seu apogeu: um retrato cultural e histórico de Budapeste — seu panorama, sons e habitantes, a comunidade artística, sua dinâmica de classes e política, o papel essencial desempenhado por sua população judia — e a descrição que acompanha a ascensão da cidade e seu declínio no turbilhão do século XX.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Novidades da Biblioteca (2) - julho/12

AVENTURAS DE UM NEURÔNIO LEMBRADOR
Coleção Completa (5 vols.)
Roberto Lent

São cinco divertidas histórias, com leveza e diversão, em que as crianças aprenderam muito. Nestas histórias elas descobrem como o cérebro funciona, como os neurõnios conversam e como isso influi na nossa vida cotidiana. Todos os livros têm dicas para os adultos.



















A vida do Ptix é muito agitada. Ele é um menino comum, mas seu dia-a-dia é cheio de aventuras compartilhadas com seus neurônios, que interferem em tudo. A turma de neurônios do cérebro do Ptix é liderada pelo Zé Neurim (neurônio da memória) e cada um deles tem sua história: O neurônio da emoção faz o Ptix suar frio quando ele vê a Camila... O neurônio da audição ouve uma coisa e conclui outra... O neurônio motor não consegue ensinar o Ptix a andar de bicicleta... E o neurônio da memória esquece de avisar sobre o trabalho da escola. Como é que pode isso?

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Livros de Ariano Suassuna

A Biblioteca recebeu da 4ª CRE  livros do escritor Ariano Suassuna, que agora fazem parte de nosso acervo.

E já estão disponíveis para o empréstimo.

Ariano Suassuna nasceu na cidade de João Pessoa, Paraíba, no dia 16 de junho de 1927, filho de João Urbano Pessoa de Vasconcelos Suassuna e Rita de Cássia Dantas Villar. Fez o curso primário no município de Taperoá, PB. Em 1942, a família Suassuna se transfere para o Recife e Ariano vai estudar no Ginásio Pernambucano e depois no Colégio Oswaldo Cruz.

Em 1946, entrou para a Faculdade de Direito do Recife, onde conheceu um grupo de escritores, atores, poetas, romancistas e pessoas interessadas em arte e literatura, entre os quais, Hermilo Borba Filho, com o qual Ariano fundou o Teatro de Estudantes de Pernambuco. Concluiu o curso de bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais em 1950.

Em 1947, escreveu sua primeira peça de teatro, Uma mulher vestida de sol, baseada no romanceiro popular do Nordeste brasileiro e com ela ganhou o prêmio Nicolau Carlos Magno, em 1948.

No dia 19 de janeiro de 1957, casa-se com Zélia de Andrade Lima, com a qual teve seis filhos: Joaquim, Maria, Manoel, Isabel, Mariana e Ana.

Foi membro fundador do Conselho Federal de Cultura, do qual fez parte de 1967 a 1973 e do Conselho Estadual de Cultura de Pernambuco, no período de 1968 a 1972.

Foi nomeado, em 1969, Diretor do Departamento de Extensão Cultural da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, ficando no cargo até 1974. Lança no dia 18 de outubro de 1970 o Movimento Armorial, com o concerto Três séculos de música nordestina: do barroco ao armorial, na Igreja de São Pedro dos Clérigos e uma exposição de gravura, pintura e escultura.

De 1975 a 1978 foi Secretário de Educação e Cultura do Recife. Doutorou-se em História pela Universidade Federal de Pernambuco, em 1976. Foi professor da UFPE por 32 anos, onde ensinou Estética e Teoria do Teatro, Literatura Brasileira e História da Cultura Brasileira.

Em agosto de 1989, foi eleito por aclamação para a Academia Brasileira de Letras, tomando posse em maio de 1990, na cadeira número 32, que pertenceu ao escritor Genolino Amado. Dramaturgo, romancista, poeta, ensaísta, defensor incansável da cultura popular, das raízes brasileiras e, especialmente nordestina, é autor de várias obras:

Uma mulher vestida de sol (1947): O desertor de Princesa (1948); Os homens de barro(1949, inédita); Auto de João da Cruz (1949); O arco desabado (1952); Auto da Compadecida (1955); O santo e a porca (1957); O casamento suspeitoso (1957); A pena e a lei (1959); Farsa da boa preguiça (1960); A caseira e a Catarina (1962); Romance d´a pedra do reino e o príncipe de Sangue do Vai-e-Volta (1971, traduzida para o inglês, alemão, francês, espanhol, polonês e holandês).


Livros do escritor que constam em nosso acervo