terça-feira, 24 de julho de 2012

Novidades da Biblioteca (3) - Julho/12

Este livro traz uma história surpreendente. Goldstein sente a necessidade premente de colocar-se a prova, de enfrentar perigos encarando de frente o próprio medo, os limites do mundo, e especialmente, seus próprios limites. Ele se propôs a encontrar Deus nas situações mais desafiantes e assustadoras.
Trilhando a Rota da Seda na Ásia Central ou pernoitando numa prisão em Nova York, Goldstein relata, como às vezes é preciso uma viagem até os extremos, penetrando no território do risco e desconforto, para que possamos descobrir a nutrição espiritual.




Jovens cariocas de todos os tempos, de diferentes origens e culturas, se encontram nestas aventuras para contar a emocionante história do Rio de Janeiro. São cinco séculos nos quais se cruzam fatos reais e imaginados, personagens que existiram e inventados, numa narrativa envolvente que apresenta os mais importantes eventos dessa trajetória. A partir desse encontro entre realidade e fantasia, descobrimos a evolução da cidade, as mudanças de sua geografia, os hábitos de diversas épocas e, por fim, o que a cidade e seus moradores são hoje.



A maioria de nós está repleto de modelos sociais de felicidade. Todos queremos ser certos e adequados. E, assim, nos obrigamos a agir contra os impulsos de nossa verdadeira natureza. Pensando fazer o melhor, acabamos por nos conduzir ao vale do desajuste e da dor. Até que a audácia de uma alma forte e lúcida como a de Juliana nos mostre que o verdadeiro vencedor é aquele que tem a coragem de calar o mundo em si e caminhar pelas portas do coração.






John Lukacs, historiador eminente nativo de Budapeste, apresenta neste livro uma descrição rica e eloquente de uma das grandes cidades da Europa em seu apogeu: um retrato cultural e histórico de Budapeste — seu panorama, sons e habitantes, a comunidade artística, sua dinâmica de classes e política, o papel essencial desempenhado por sua população judia — e a descrição que acompanha a ascensão da cidade e seu declínio no turbilhão do século XX.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Convite


Oficina de Contação de Histórias

                         "O Contador de Histórias"

O Contador é um capitão que tem o timão e pode guiar o barco, mas se o público não sopra nas velas, ele vai ratear. (Catherine Zacarte).


. Ministrantes: As Alquimistas da Palavra
                     Sonia Sampaio e Deka Teubl                     Profas. (Letras) e Contadoras de Histórias

Programa:
  - O Contador de Histórias: seu papel, sua importância
  - Habilidades do Contador de Histórias
  - Tipos de Narrativas: fábula, lenda, mito, conto, conto de fadas
  - Atividades Lúdicas / Dinâmicas de Grupo
  - Leitura de Textos Didáticos e de Textos Literários
  - O Conto Popular e o Conto Autoral
  - Para Quem, Onde e Quando Contar Histórias
  - Contação de Histórias
  - Bibliografia
  - Entrega de certificados
 
. Local: Sede do Lyons - Flamengo / RJ
  Rua Silveira Martins, 80
 
 (Entrada: Rua do Catete, pela Praça do Poeta) 
. Dia: 25 de julho de 2012 (quarta-feira) 
. Horário: das 14:00 às 17:00 horas
. Carga horária: 3 horas
. Investimento: R$80,00 (com material didático) 
 (pagamento feito no dia da Oficina)
. Inscrição: até o dia 23/07/12 com
 - Sonia Sampaio  / e-mai: sonia.sampaio@oi.com.br
      Fone: (21) 2551-3572 ou
 - Deka Teubl    /   e-mail: dekateubl@yahoo.com.br
      Fone: (21) 3237-7237

Atenciosamente
As Alquimistas da Palavra
Sonia Sampaio e Deka Teubl

Um pouco de história

Neste mês, no dia 22, o bairro da Penha comemora 93 anos de criação. A Penha tornou-se oficialmente bairro em 1919, quando foi emancipada da Freguesia do Irajá. Então nosso blog resolveu contar um pouco da história deste bairro que é nosso vizinho.


A Penha é um bairro de classe média e média-baixa da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Faz limite com Olaria, Brás de Pina, Cordovil, Vila da Penha, Vila Cosmos, Engenho da Rainha, Complexo do Alemão e Complexo da Maré.
O bairro tem 80.000 habitantes e com referência central a Igreja da Penha no alto de uma pedra.

História do bairro

A Igreja da Penha é um santuário situado no cima de um outeiro de pedra, na estação do subúrbio da Estrada de Ferro Leopoldina ao qual empresta o nome, próxima da estrada que, partindo da Capital, vai dar em Petrópolis.
A construção do templo data de 1635, pelo capitão Baltasar de Abreu Cardoso, sanhor abastado, «homem dos principais da cidade», proprietário de uma grande quinta dentro da qual se achava o penhasco. Suas terras, segundo indica Vivaldo Coaracy em sua obra «O Rio de Janeiro no século 17», p. 84, lhe foram concedidas por sesmaria em 1613. Para Coaracy, «a devoção dos primitivos moradores do Rio de Janeiro multiplicava capelas e ermidas consagradas à Virgem Maria sob várias invocações, e aos santos de culto mais popular. A religião era, naqueles tempos rudes e de limitada cultura mental, o único veículo de expansão das atividades espirituais; as cerimônias do culto constituíam quase o unico elemento de distração para as asperezas da existência. Baltasar Cardoso decidiu erguer uma capela no alto do morro situado em suas terras e, neste ano de 1635, levou a efeito o seu propósito construindo ali um pequeno templo que foi a origem da Igreja de Nossa Senhora da Penha, que veio posteriormente a dar nome ao bairro. Não muito longe, outra capela foi erguida mais ou menos pela mesma época: a de Santo Antonio de Lisboa no Engenho da Pedra; não é conhecida a data exata da sua fundação mas existe nos livros da freguesia da Candelária o registro de um batismo ali celebrado em 1638.»
A ocupação do bairro da Penha se deu em 1670, quando a Igreja da Penha foi ampliada e, cinco anos mais tarde, com a inauguração de sua longa escadaria - que dizem ter 365 degraus -, facilitou o acesso dos romeiros, que com devoção subiam, escalavrando joelhos, pagando promessas, resgatando pecados, salvando almas.
No final do Século XIX, a Estrada de Ferro do Norte chegou à Penha e, no início do Século XX, foi a vez do bonde elétrico. A oferta de transporte só fez aumentar ainda mais o número de romeiros na região.
Em 1920, do lado oposto da Igreja, foi implantado o Curtume Carioca, que com seu apito caracteristico,chamava à obrigação do trabalho, uma indústria de curtumes, peles e comércio de couros e similares, com construção em estilo Art nouveau. Marcando o caminho, da Estação Ferroviária até a sua porta, foram plantadas Palmeiras Imperiais.
Já enfrentando retração do mercado, pelo surgimento do produto sintético e em função da crise econômica vivida pelas indústrias nacionais, as atividades do Cortume foram encerradas em 1990. O epílogo da história do Cortume Carioca ocorreu em 1998, quando foi decretada a falência. Hoje o local se encontra em processo de demolição, e deve abrigar uma vila olímpica, que deve ajudar a lançar uma nova safra de craques do esporte, algo característico do bairro.
Do bairro surgiram os jogadores de futebol Romário, Gonçalves e Adriano.
No dia 22 de julho de 1919, o bairro da Penha foi emancipado da Freguesia de Irajá, a partir do Decreto nº 1376.
Reconhecido seu valor histórico e cultural para a Cidade, no mês de junho de 1990, a Igreja da Penha foi tombada mediante o Decreto Municipal nº 9413 de 1990.
O Hospital Estadual Getúlio Vargas, fundado em 3 de dezembro de 1938, e o Parque Ary Barroso se encontram em um terreno doado pela família do pioneiro Lobo Júnior, conhecido como Chácara das Palmeiras.
Nesse bairro, o espírito cultural ainda tenta sobreviver nos eventos como: A Festa da Penha (no início do século XX, o primeiro samba gravado "Pelo Telefone" de Donga foi lançado nesta festa), uma festa colorida, com suas barraquinhas; com música sempre alegre e que envolve os corpos na malemolência da dança a festa que ocorre todo final do ano sempre nos meses de Outubro e Novembro.
Na Penha situada na Vila Cruzeiro no campo Ordem e Progresso o  projeto IBISS.


Atrações do Bairro da Penha
Shoppings: Leopoldina e o Shopping Penha.
Parques: Shangai e Ari Barroso
Colégios: Colégio Nossa Senhora da Penha, São Fabiano, GAU, E. M. Eurico Dutra, E. M. Conde de Agrolongo, Esil Eduacacional, Colégio Filadelfo Azevedo, Lumar, C. E. Gomes Freire de Andrade, E. M. Leonor Coelho Perreira, E. M. Monsenhor Rocha, entre outros.
Igrejas: Igreja N. S. da Penha, Igreja N. S. da Cabeça, Igreja Bom Jesus, entre outras.
Clubes: Centro Cívico Leopoldinense, 30 de Maio, Coimbra, Greip da Penha.
Feiras Livres: da Montevidéo, da Macapuri.
Mercados: Prezunic, Guanabara, Intercontinental (em duas localidades), Supermarket e o Super Prix.
Praças: Panamericana, do IAPI da Penha, Caí, Portugal.
Comércio: Rua dos Romeiros, Montevidéo, Av. Brás de Pina, Rua Nicarágua, Rua Conde de Agrolongo (parte), Av. Lobo Jr.

Igreja da Penha

A Igreja de Nossa Senhora da Penha de França, popularmente conhecida como Igreja da Penha é um tradicional santuário católico localizada no bairro da Penha, na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.

Erguida no alto de uma pedra, é famosa pelos 382 degraus da escadaria principal, onde muitos fiéis pagam promessas, subindo a pé ou de joelhos. O Santuário possui também um bondinho, recentemente reformado, com capacidade para transportar cerca de quinhentas pessoas por hora, gratuitamente.
Anualmente o santuário realiza os festejos da padroeira, no mês de outubro, promovendo a celebração de missas de hora em hora aos domingos, shows religiosos, procissões luminosas, missas campais, apresentação de grupos folclóricos, apresentação de corais e a festa na ladeira de subida ao santuário com as tradicionais barracas de comidas típicas, doces diversos e música ambiente

História da Igreja

No início do século XVII, o capitão Baltasar de Abreu Cardoso ia subindo o monte rochoso (penha) para observar as suas propriedades, quando de repente surgiu uma grande serpente prestes a atacá-lo. Assustado, apenas conseguiu rogar: "Minha Nossa Senhora, valei-me!". Imediatamente surgiu um lagarto, predador das cobras. Os dois animais começaram a lutar e o Capitão conseguiu fugir.
O proprietário interpretou a aparição do lagarto como obra de Nossa Senhora, a quem tinha pedido socorro, determinando erguer no alto da penha uma pequena ermida com uma imagem que denominou de Nossa Senhora da Penha por se encontrar no alto da rocha.
Progressivamente o número dos devotos foi aumentando até que, em 1728, a ermida com a imagem foi ampliada e erguido um campanário onde foram colocados dois pequenos sinos.

http://www.oriodejaneiro.net/bairros

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Novidades da Biblioteca (2) - julho/12

AVENTURAS DE UM NEURÔNIO LEMBRADOR
Coleção Completa (5 vols.)
Roberto Lent

São cinco divertidas histórias, com leveza e diversão, em que as crianças aprenderam muito. Nestas histórias elas descobrem como o cérebro funciona, como os neurõnios conversam e como isso influi na nossa vida cotidiana. Todos os livros têm dicas para os adultos.



















A vida do Ptix é muito agitada. Ele é um menino comum, mas seu dia-a-dia é cheio de aventuras compartilhadas com seus neurônios, que interferem em tudo. A turma de neurônios do cérebro do Ptix é liderada pelo Zé Neurim (neurônio da memória) e cada um deles tem sua história: O neurônio da emoção faz o Ptix suar frio quando ele vê a Camila... O neurônio da audição ouve uma coisa e conclui outra... O neurônio motor não consegue ensinar o Ptix a andar de bicicleta... E o neurônio da memória esquece de avisar sobre o trabalho da escola. Como é que pode isso?

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Convite


“CANTA PENHA
24 de julho (terça-feira), às 14 horas
“Arraiá dos Amigos” convida para o Sarau comemorativo dos 93 anos do bairro da Penha.
(A Penha só foi transformada oficialmente em bairro em 22 de julho de 1919, quando foi emancipada da Freguesia de Irajá)
Apresentação: Poetas, músicos, cantores, dançarinos e outros artistas da comunidade.



BEM DA PENHA-ÁLVARO MOREYRA
RUA LEOPOLDINA REGO, 734 – PENHA
TEL.: 3885-8477

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Livros de Ariano Suassuna

A Biblioteca recebeu da 4ª CRE  livros do escritor Ariano Suassuna, que agora fazem parte de nosso acervo.

E já estão disponíveis para o empréstimo.

Ariano Suassuna nasceu na cidade de João Pessoa, Paraíba, no dia 16 de junho de 1927, filho de João Urbano Pessoa de Vasconcelos Suassuna e Rita de Cássia Dantas Villar. Fez o curso primário no município de Taperoá, PB. Em 1942, a família Suassuna se transfere para o Recife e Ariano vai estudar no Ginásio Pernambucano e depois no Colégio Oswaldo Cruz.

Em 1946, entrou para a Faculdade de Direito do Recife, onde conheceu um grupo de escritores, atores, poetas, romancistas e pessoas interessadas em arte e literatura, entre os quais, Hermilo Borba Filho, com o qual Ariano fundou o Teatro de Estudantes de Pernambuco. Concluiu o curso de bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais em 1950.

Em 1947, escreveu sua primeira peça de teatro, Uma mulher vestida de sol, baseada no romanceiro popular do Nordeste brasileiro e com ela ganhou o prêmio Nicolau Carlos Magno, em 1948.

No dia 19 de janeiro de 1957, casa-se com Zélia de Andrade Lima, com a qual teve seis filhos: Joaquim, Maria, Manoel, Isabel, Mariana e Ana.

Foi membro fundador do Conselho Federal de Cultura, do qual fez parte de 1967 a 1973 e do Conselho Estadual de Cultura de Pernambuco, no período de 1968 a 1972.

Foi nomeado, em 1969, Diretor do Departamento de Extensão Cultural da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, ficando no cargo até 1974. Lança no dia 18 de outubro de 1970 o Movimento Armorial, com o concerto Três séculos de música nordestina: do barroco ao armorial, na Igreja de São Pedro dos Clérigos e uma exposição de gravura, pintura e escultura.

De 1975 a 1978 foi Secretário de Educação e Cultura do Recife. Doutorou-se em História pela Universidade Federal de Pernambuco, em 1976. Foi professor da UFPE por 32 anos, onde ensinou Estética e Teoria do Teatro, Literatura Brasileira e História da Cultura Brasileira.

Em agosto de 1989, foi eleito por aclamação para a Academia Brasileira de Letras, tomando posse em maio de 1990, na cadeira número 32, que pertenceu ao escritor Genolino Amado. Dramaturgo, romancista, poeta, ensaísta, defensor incansável da cultura popular, das raízes brasileiras e, especialmente nordestina, é autor de várias obras:

Uma mulher vestida de sol (1947): O desertor de Princesa (1948); Os homens de barro(1949, inédita); Auto de João da Cruz (1949); O arco desabado (1952); Auto da Compadecida (1955); O santo e a porca (1957); O casamento suspeitoso (1957); A pena e a lei (1959); Farsa da boa preguiça (1960); A caseira e a Catarina (1962); Romance d´a pedra do reino e o príncipe de Sangue do Vai-e-Volta (1971, traduzida para o inglês, alemão, francês, espanhol, polonês e holandês).


Livros do escritor que constam em nosso acervo















domingo, 8 de julho de 2012