Quem sou eu

PCRJ/SME/Gerência de Mídia e Educação/4ª CRE Rua Uranos, 1230 - Ramos - RJ CEP Telefone 3885 9492 Horário de funcionamento: 2ª a 6ª feira - 9:00h. às 17:00h

terça-feira, 18 de junho de 2013

Sugestões de Livros


15ª Salão da FNILJ - 2013


Sylvia Orthof





Sylvia Orthof nasceu no Rio de Janeiro, em setembro de 1932 Era filha única de pais austríacos. Além de sua mãe, Sylvia teve a professora Rosalina como contadora de histórias.Aos 15 anos, depois de assistir a uma peça de teatro – Hamlet viaja a Paris para estudar teatro onde permaneceu por dois anos e fez os cursos de mímica, desenhos, pintura e arte dramática Voltando, foi trabalhar no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) no qual contracenou com grandes nomes e realizou alguns trabalhos na tv Record. Sylvia casou-se em 1956, com Sávio com quem teve os filhos: Cláudia, Ge e Pedro. Em1973, viúva e vivendo no Rio casa-se com o arquiteto Tato Gostkorzewicz que se tornaria ilustrador de muito de seus livros. Em 1975, abriu no Rio o Grupo Casa de Ensaios de Sylvia Orthof , só para espetáculos infantis. Em 1981, teve o seu primeiro livro publicado: Mudanças no galinheiro mudam as coisas por inteiro. Em1983 recebeu o prêmio Jabuti de Literatura Infantl A Vaca Mimosa e a Mosca Zenilda. E não parou mais. De lá para cá foram mais de cem livros infantojuvenis que continuam encantando sucessivas gerações. Afinal, histórias sobre liberdade, justiça, afeto e solidariedade quando contadas com bom humor como o de Sylvia não envelhecem. No dia 24 de julho de 1997 o mundo e a literatura infantojuvenil ficaram mais pobres. Morre Sylvia Orthof, aos 64 anos.


O BAILE DO FIM DO MUNDO E OUTRAS HISTÓRIAS
Autor: Sylvia Orthof
Ilustrador: Marilia Pirillo
Editora: Rovelle
Tema: Os sete pecados capitais

Neste livro, a autora conta os sete pecados em narrativas irreverentes e bem humoradas. São os pecados capitais do ponto de vista orthofiano. Por isso, aqui eles têm uma abordagem muito pouco ortodoxa, mas divinamente literária. Não ler os contos “O baile do fim do mundo” (luxúria), “Preguicite aguda” (preguiça), “Um tanto quanto...” (orgulho), “O doce pecado” (gula), “Nem toda ira é Justa” (ira), “Unha de fome” (avareza) e “Seca pimenteira” é mesmo cometer o oitavo pecado: não se permitir o prazer desta leitura.





O LIVRO QUE NINGUÉM VAI LER
Autor: Sylvia Orthof
Editora: Rovelle
Tema: Produção textual; narrativa; livro; tecnologia; computadores; adolescência; amor e amizade; relações sociais; livro; família.

Nesta história com jeito de diário, uma adolescente que sonha ser escritora, começa a escrever sua obra-prima em seu novíssimo computador. No entanto, em um descuido, ela derrama um popular refrigerante no teclado, e uma coisa incrível acontece: o computador “dá pau” e depois assume o controle sobre a criação da jovem. Aos poucos, o projeto gráfico e as ilustrações feitas no computador começam a dialogar com o texto em perfeita sintonia.




                                          INFORMAÇÕES RETIRADAS DO SITE DA EDITORA ROVELLE


OUTROS TÍTULOS DA AUTORA EXISTENTES NESTA BIBLIOTECA

A família eco-eco
A fofa fofura e o sol solteiro
A onça de Vitalino
A velhota cambalhota
A viagem de um barquinho
As aventuras da família repinica em busca do tesouro
As visitas de dona Zefa
Bóia, bóia, lambisgóia
Choque no roque
Currupaco, paco, e tal, quero ir pra Portugal!
Eu sou mais eu
Fada cisco quase nada
Fada fofa e os sete anjinhos
Fada fofa em Paris
Fraca Fracola, galinha d'angola
Galo, galo, não me calo
História de arrepiar o cabelo
Histórias curtas e birutas
Mais-que-perfeita adolescente
Manual de boas maneiras das fadas
Maria-vai-com-as-outras
Mudanças no galinheiro, mudam as coisas por inteiro
Mula sem cabeça e outras histórias
No fundo do fundo-fundo lá vai o tatu Raimundo
O anjo de Aleijadinho
O cavalo transparente
Papos de anjo
Que raio de história!
Rabiscos ou rabanetes
Se a memória não me falha
Se as coisas fossem mães
Se faísca, ofusca (com a história Ora bolhas!)
Sonhando Santos Dumont
Tia Anacleta e sua dieta
Tia Carlota tricota tricota
Tia Januária é veterinária
Tia Libória contando história
Trem de pai...uai!
Uma estória de telhados
Vovó viaja e não sai de casa?
Vovô Bastião vai comendo feijão!
Zoiúdo, o monstrinho que bebia colírio

Nenhum comentário:

Postar um comentário